quarta-feira, 1 de maio de 2019

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segunda-feira, 4 de março de 2019

Postagem de teste

 
Esta é mais uma Postagem de teste aqui do blog Sonaje. Categoria Id do blog:

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Postagem Slide Teste

 

EStou fazendo este post para fazer um teste onde eu coloco um slideshow com fotos. Possivelmente tambem farei isso com vídeos, mas no futuro, pois isso aqui é só uma postagem de testes mesmo

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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Donkey Kong Country

 

Donkey Kong Country 

É um jogo de plataforma em 2D desenvolvido pela Rare e publicado pela Nintendo para o Super Nintendo Entertainment System. Foi lançado em Novembro de 1994, sob o nome Super Donkey Kong (スーパードンキーコング, Sūpā Donkī Kongu?) no Japão. Estrelando o personagem Donkey Kong, o jogo se passa em "Donkey Kong Island" onde é explorado seis regiões com ambientes diferentes, e o enredo gira em torno de Donkey Kong e seu sobrinho Diddy Kong, que devem recuperar seu tesouro de bananas roubado por King K. Rool e os Kremlings.

Após uma intensa campanha publicitária, a versão original para o SNES vendeu mais de 9 milhões de cópias, fazendo deste o segundo jogo mais bem vendido da plataforma.[1] O jogo foi uma revolução em termos gráficos para sua época, sendo o primeiro a conter 32 megabits no cartucho de Super Nintendo,[2] com texturas pré-renderizadas em modelos 3D e uma ótima trilha sonora, provando que o SNES ainda era um forte concorrente no mercado.[3]

Este foi o primeiro jogo Donkey Kong a não ser produzido e nem dirigido por Shigeru Miyamoto, o criador do personagem; ao invés, o jogo foi produzido por Tim Stamper e Gregg Mayles, embora Miyamoto ainda estivesse envolvido no projeto.[4] Donkey Kong Country foi posteriormente adaptado ao Game Boy Color em 2000, e ao Game Boy Advance em 2003. Além disso, o foi disponibilizado para download no Wii Virtual Console em 2006, Wii U Virtual Console em 2014 e um sucessor do jogo para o New Nintendo 3DS em 2016 com um modo de pixel perfeito.

Jogabilidade


O objetivo de Donkey Kong Country é passar por 40 fases diferentes (41 na versão para Game Boy Color) e recuperar as bananas dos Kongs, que foram roubadas pelos Kremlings.[5][6] Cada fase possui um tema único e consiste em variadas tarefas como nadar, correr em vagonetas, se lançar em canhões, ou se agitar entre cipós.[6] O jogador perde uma vida se é atingido por um inimigo ou cai em um abismo. Para derrotar um inimigo, o jogador pode rolar e saltar sobre ele, ou mesmo bater no chão (um movimento reservado apenas a Donkey Kong). Porém, alguns inimigos não são derrotados dessa maneira, exigindo que o jogador arremesse um barril ou use a ajuda de um animal. Os inimigos variam em dificuldade, tipicamente se tornando mais complicados conforme o jogo avança. O jogo termina quando o jogador tiver perdido todas as suas vidas. É possível, porém, obter mais vidas colecionando itens distribuídos no decorrer das fases, tais como bananas, letras K-O-N-G, balões de vida extra, e moedas animais douradas que abrem caminho a fases de bônus.[7] Há também várias passagens secretas que levam a jogos de bônus, onde o jogador pode ganhar vidas adicionais ou outros itens.[8]

O jogador de Donkey Kong Country controla um dos dois personagens: Donkey Kong, ou seu sobrinho Diddy. O jogador pode alternar entre personagens caso ambos estejam na tela. Donkey Kong é o maior dos dois, e pode derrotar inimigos mais facilmente. Diddy Kong é mais rápido e ágil, mas, em contrapartida, não tão poderoso.[9] Nas diversas fases, o jogador obtém assistência de vários animais, encontrados dentro de caixas. Esses assistentes incluem Rambi o Rinoceronte, Expresso o Avestruz, Enguarde o Peixe-espada, Winky o Sapo, e Squawks o Papagaio. Cada animal é encontrado em uma fase de tema apropriado: por exemplo, Enguarde só pode ser encontrado em fases subaquáticas, enquanto que Squawks pode ser visto nas cavernas.[6][10] Alguns animais também dão acesso aos jogadores a acessar fases de bônus.[9]

O jogo pode ser jogado solo ou por dois jogadores. No modo para dois jogadores, há dois modos de jogos: "Concurso" e "Equipe". No modo Concurso, os jogadores alternam entre rodadas para terminar cada fase o mais rápido possível; o objetivo é concluir o maior número de fases em menos tempo. Em Equipe, os jogadores jogam cooperativamente, cada um controlando um personagem. De acordo com o manual de instruções do jogo, este é um bom meio para que jogadores inexperientes joguem ao lado de jogadores ávidos.[11]

Donkey Kong Country usa uma série de telas de mapa para acompanhar o progresso do jogador. Entre cada fase, o jogador controla o seu personagem na tela de mapa, navegando à próxima fase que deseja jogar. Cada fase no mapa é marcada por um ícone: fases inacabadas são marcadas por Kremlings (os principais inimigos do jogo), enquanto que áreas concluídas são marcadas por membros da família Kong.[11] Cada tela de mapa possui um chefe ao final da trajetória, que deve ser derrotado para que então o jogador possa voltar à tela do mapa-múndi, que cobre toda a ilha. É possível acessar mapas anteriores sem ter derrotado o chefe encontrando Funky Kong, que permite que o jogador use seu avião. O jogador usa está função para selecionar o mundo a partir da tela principal, e então a fase dentro dele. Durante o jogo, a interface oculta a maioria das informações pertinentes ao jogo, tal como o número de bananas, letras e moedas animais colecionadas, e também o número de vidas restantes. Quando um item é obtido, a informação pertinente aparece na tela por um breve período de tempo.[12]

Sinopse


Em Donkey Kong Country, Donkey Kong, ao lado de seu sobrinho e companheiro inseparável Diddy Kong, devem recuperar as bananas roubadas por King K. Rool e seus capangas, os Kremlings. Após verificar o vazio esconderijo de bananas, localizado logo abaixo de sua casa em Kongo Jungle, Donkey Kong embarca em uma aventura em sua terra nativa, a Ilha Donkey Kong. Enquanto coleta as bananas nas diferentes regiões da ilha, Donkey Kong deve derrotar vários inimigos, incluindo os repteis Kremlings, além de outras perigosas criaturas nativas da ilha. Ajudando-o em sua missão estão alguns dos outros Kongs da família: Diddy acompanha Donkey Kong em sua aventura, Cranky providencia dicas (e alívio cômico), Candy opera os pontos de gravação ao redor da ilha, e Funky oferece meio de transporte. Também apoiando Donkey Kong em certas ocasiões estão vários 'colegas animais' (o rinoceronte Rambi, a avestruz Expresso, o peixe-espada Enguarde, o sapo Winky, e o papagaio Squawks), cada um com habilidades diferentes. Após superar as diferentes áreas da ilha, Donkey Kong finalmente chega ao navio pirata Gangplank Galleon, onde o arquirrival de Donkey Kong e líder dos Kremlings, King K. Rool, o aguarda. Após derrotá-lo, o jogo termina, com a cena final mostrando o esconderijo de bananas de Donkey Kong em toda sua antiga glória, cheia de bananas novamente.[13]

Desenvolvimento


Antes do início da produção de Donkey Kong Country, Chris e Tim Stamper, da Rare, haviam programado experimentos com uma estação de trabalho Silicon Graphics, com foco inicial em um jogo de boxe. Após impressionar a Nintendo com seu progresso, Genyo Takeda foi enviado ao Japão para avisar ao então-presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi. Após conversas entre Yamauchi e a Rare, a Nintendo adquiriu 25% da companhia, culminando na produção de um novo título utilizando tecnologia SGI. Os Stampers demonstraram interesse em fazer um novo jogo baseado no personagem Donkey Kong, e receberam consentimento da Nintendo para fazê-lo.

O personagem Donkey Kong foi redesenhado com uma aparência distinta e tridimensional. Embora ainda com a gravata vermelha introduzida na versão de 1994 para Game Boy de Donkey Kong, o personagem apresentava um novo visual que passaria a ser o padrão utilizado até hoje no Nintendo GameCube, no Wii, e em outras plataformas da Nintendo.[14]

Sorte Grande

 
"Sorte Grande" mais conhecida pelo subtítulo "poeira", é uma canção da cantora baiana Ivete Sangalo, lançada como primeiro single de seu quarto álbum de estúdio, Clube Carnavalesco Inocentes em Progresso, (2003). A canção foi escrita por Lourenço e é uma canção tipicamente de axé, contando com influências eletrônicas e de samba-reggae. A sua letra foi alvo de algumas críticas por apresentar conteúdo supostamente relacionado ao candomblé, contendo mensagens subliminares, o que nunca foi confirmado ou negado. A canção se tornou um dos maiores sucessos da carreira de Ivete, sendo seu single de maior sucesso nas paradas desde "Festa", de 2001, e uma das canções mais cantadas pela cantora até hoje; sendo incluída em todos seus álbuns ao vivo, desde o MTV ao Vivo (2004) até Multishow ao Vivo: Ivete no Maracanã (2007), Ivete Sangalo no Madison Square Garden (2010) e Ivete Sangalo 20 anos (2014).


  1. Antecedentes e lançamento
  2. Composição e letra
  3. Recepção
  4. Crítica
  5. Comercial
  6. Prêmios e indicações
  7. Outras versões
  8. Faixas
  9. Posição nas paradas
  10. Certificações
  11. Referências

Antecedentes e lançamento[editar | editar código-fonte]
Após o sucesso de seu terceiro álbum de estúdio, "Festa" (2001), impulsionado pelo hit de mesmo nome, Ivete lançou uma coletânea de baladas intitulada "Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim".[1] Assim, Ivete teve um intervalo de dois anos, o que, segundo ela, foi fundamental para produzir um disco mais maduro. A partir de abril de 2003, Ivete entrou no estúdio para gravar o que seria seu quarto álbum de estúdio, finalizando em junho do mesmo ano. Antes de entrar no estúdio, Ivete recebeu um convite da MTV para gravar um disco ao vivo, mas recusou. "Cheguei à conclusão de que deveria esperar mais um pouco, e eu acho que ainda preciso construir uma carreira consistente para formar um repertório que tenha uma história e justifique um disco ao vivo," disse Ivete.[2]

Em 2003, Ivete gravou a canção "Somente Eu e Você", a pedido de Mariozinho Rocha, que queria uma canção para a novela "Kubanacan" (2003), e Ivete escolheu fazer uma versão da canção "Moonglow", de Rod Stewart.[3] "Somente Eu e Você" foi lançada em maio de 2003 nas rádios do Brasil.[4][4] De acordo com o compositor de "Sorte Grande", Lourenço Olegário dos Santos Filho, a música demorou quatro anos para encontrar um artista disposto a gravá-la. Lourenço a compôs em 1999 e ofereceu a canção ao grupo de pagode Molejo, que a recusou. No ano seguinte, apresentou a composição ao grupo As Meninas, e a ex-banda de Carla Cristina também não se empolgou em gravá-la.[5] Somente em junho de 2003, num estúdio no Rio, o compositor Lourenço foi apresentado a Alexandre Lins, produtor de Ivete. "Eu disse que tinha um presente para a Ivete. Uma semana depois ele me telefonou dizendo que ela tinha ficado doida e que gravaria a música já para o próximo disco," conta o compositor. Dessa forma, no dia 8 de agosto de 2003, "Sorte Grande" foi lançada nas rádios de todo o Brasil, como o single oficial do seu quarto álbum de inéditas, "Clube Carnavalesco Inocentes em Progresso".[6]

Composição e letra[editar | editar código-fonte]
"Sorte Grande" foi escrita por Lourenço, e é uma canção de axé e samba-reggae[7], sendo considerada "altamente dançante", levada pela guitarra de Davi Moraes, e com um refrão em que se repete a palavra "poeira". A canção também faz usos de efeitos eletrônicos.[4] A letra da canção fala sobre ter a "sorte grande" de encontrar uma paixão verdadeira. Ivete enaltece seu amado nas frases, "É lindo teu sorriso, brilho dos teus olhos, meu anjo querubim. Doces dos meus beijos, calor dos meus braços, perfume de jasmim."[8] No refrão, a cantora canta como essa paixão mudou sua vida, "levantando poeira". "Poeira, poeira, poeira, levantou poeira," canta a cantora.[8] Devido a repetição da palavra "poeira" no refrão, a canção ficou mais conhecida pelo nome de "Poeira". "Tive que adotar o nome 'Poeira' como subtítulo da música. Muita gente até hoje não sabe que ela se chama 'Sorte grande'," explica o compositor.[6]

Assim como o hit "Festa" de 2001, que foi acusada de promover o candomblé[9], "Sorte Grande" foi acusada de apresentar mensagens subliminares em sua letra. Segundo acusações, a canção faz referências à rituais de macumba[6], mas nada foi confirmado ou negado.

"Sorte Grande" recebeu críticas geralmente favoráveis dos críticos de música. Para o site CarnaAxé, Ivete "brilha" na canção[7], já a crítica do Universo Musical foi positiva, dizendo que a canção é "axé music altamente dançante, levada pela ótima guitarra de Davi, mas com um refrão mais forte que as duas primeiras canções do álbum."[4] Para Mauro Ferreira da ISTOÉ Gente, o samba-reggae " não é dos mais inspirados do gênero."[10]

"Sorte Grande" foi um sucesso absoluto no Brasil, estreando nas paradas de sucesso do Hot 100 Brasil no dia 16 de agosto de 2003 (apenas uma semana após o lançamento da música nas rádios).[11] Num só dia, a canção bateu o recorde de execuções do ano de 2003, atingindo o pico de 399 execuções nas rádios de todo o país, segundo a Crowley Broadcast Analysis do Brasil.[12] No final de dezembro, a canção estava entre as 10 mais tocadas[12], alcançando o pico de número 4, no dia 6 de março de 2004.[11] A canção também foi um dos maiores sucessos do carnaval[13], ao lado de Maimbê Dandá, de Daniela Mercury.[14] A canção também se tornou hino obrigatório da galera do futebol e fez enorme sucesso nas Olimpíadas de Atenas.[15]

Em 2009, ao listar as músicas mais tocadas em todos os carnavais, o site Carnasite publicou que Ivete conseguiu a façanha de emplacar duas músicas no ranking das dez mais tocadas da década: "Sorte Grande" (7º) e "Festa" (10º). "Sorte Grande" foi a mais cantada no Carnaval de 2004, vice-campeã em 2005, oitava em 2006, décima em 2007 e 16ª em 2008.[5] Em 2003, "Sorte Grande" foi a 36ª música mais tocada no Brasil[16] , mas em 2004, a canção ocupou a posição de número 10. No mesmo ano, Ivete apareceu mais duas vezes no Top 10, com a canção "Flor do Reggae" (em 6º) e "Faz Tempo" (em 9º).[17] A versão ao vivo da canção recebeu um certificado de platina em 2009, pela ABPD, por vendas superiores a 100 mil cópias.[18]

Além de sua versão original, a versão gravada no primeiro álbum ao vivo da cantora, "MTV ao Vivo (Ivete Sangalo)" (2004), também teve grande sucesso nas rádios.[19] Já a versão gravada em 2006, no CD/DVD "Multishow Ao Vivo: Ivete no Maracanã", fez parte apenas da versão em DVD. Há também uma versão em espanhol, intitulada "La Tierra", que foi incluída na compilação Ivete Sangalo, lançada apenas em Portugal e Espanha, pela Universal Music Ibérica.[19] Ivete também gravou uma versão dançante das canções "Sorte Grande" e "Festa" para o seu terceiro álbum ao vivo, "Ivete Sangalo no Madison Square Garden (Multishow ao Vivo)", de 2010.[20]

A versão original da canção foi incluída nas coletâneas, "A Arte de Ivete Sangalo", "Novo Millennium", "Perfil", "Sem Limite" e "O Carnaval de Ivete Sangalo", todas lançadas por Ivete.[19] Além disso, as coletâneas "Axé Bahia 2005", "Novo Millenium: Axé", "Dance Seleção", "Axe Bahia: O Melhor Do Carnaval" e "We Are Bahia!" incluíram a canção.[19]